
A cidade andava vazia. E qual cheia de rastos pegajosos e uma pegada petulante cheia de adornos como quando um rei está a passar. Dir-se-á as pedras que habitavam aquele lugar, ao passo das nossas aproximações e contatos, que a donna daquelas pegadas era repleta de prados luminosos… Subjuguei ser tudo aquilo prenúncio de Outono abrandado.
Sei que muitas vezes pousava a Poesia na pessoa da pegada adornada. Sei porque vi. Mais vezes, sei – e hás de saber… (to be continued)
Ótimo texto, literalmente viajei!
Um abraço!
http://www.novaeraweb.wordpress.com
muito bom o texto…gostei…eu tb escrevo textos em meu blog…;;;
fui teletransportada para suas palavraas
Embriago-me de ti !
Lindo, leve, lírico*