Obs: para acessar a segunda parte, clique aqui.
Obs#2: para acessar a primeira parte, clique aqui.
Desmaiava a tarde em um augusto azul sem fim: azul o céu, azul a água; as músicas, todas azuis.
Le bleu est la bonne.
Ondas de emoções viriam a se deslizar de dentro do ambiente, circunspectas, envolvendo-se em mim – para que eu as pudesse traduzir – entre gritos prévios e áscuas preliminares de uma vermelhidão abastada. Desprezível parte esta. Por que é que tenho de enfrentar tais visões? (to be continued)

Não tenho palavras para descrever a sua inspiração.
Só me resta saber que você é meu próximo.
Quem mais, além de ti, escreveria “Ondas de emoções viriam a se deslizar de dentro do ambiente, circunspectas, envolvendo-se em mim – para que eu as pudesse traduzir – entre gritos prévios e áscuas preliminares de uma vermelhidão abastada. Desprezível parte esta. Por que é que tenho de enfrentar tais visões?
Estive feliz, entretanto, porque ela não se deixava morrer; antes, lutava com forças inextricáveis e combatia todos aqueles caçadores, incessantemente.”?
Ai!
Bem criativo mesmo, gostei bastante, como o outro leitor disse: “Não tenho palavras para descrever a sua inspiração.”
Tão lírico, quão onírico…
Overdose que o íntimo absorve !