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Archive for outubro \27\UTC 2009

zac-poeisis

A cidade andava vazia. E qual cheia de rastos pegajosos e uma pegada petulante cheia de adornos como quando um rei está a passar. Dir-se-á as pedras que habitavam aquele lugar, ao passo das nossas aproximações e contatos, que a donna daquelas pegadas era repleta de prados luminosos… Subjuguei ser tudo aquilo prenúncio de Outono abrandado.

Sei que muitas vezes pousava a Poesia na pessoa da pegada adornada. Sei porque vi. Mais vezes, sei – e hás de saber… (to be continued)

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Sucinta

Beijei-te nas entrelinhas do nosso olhar.

Estava escrito:

Sempre há-de amar

[…]


Nota¹:  Aqui e aquém, situações dramáticas ocorrem; momentos mágicos desvelados por todo o instante mágico e dramático se desdobram;  e, na passagem do dia, oblitera-se. Expurga-se para si o punhal negrume recheado d’além-dor! Mas não é isto que interessa às novelas. Deixemo-os quietinhos os fatos, como de fato estão.

Nota²: Decerto o trecho da canção seguinte representa papel fundamental nesta nota:

Eu vi o grande amor no claro olhar da minha amada.

Eu vi que todo o grande amor ainda é pouco, ainda é nada.

Eu vi amores que jamais verei. Meninos, eu vivi.

Vivendo a poesia de verdade.

(Composta e musicada por Tom e Chico)

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*Portinari

*  *  *  *  *

Poesia, aqui e agora

É aquela formiga que passa

Aquela folhazinha que cai

Azul, aquele sol que sai

(to be continued)

Nota:

Quem não gosta de samba bom sujeito não é…” (desde Dorival Caymmi)

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Mas hoje ela chorou desairosamente

Primoroso luar singelo e trêmulo noturno em vão

Risonho gárrulo – foste afeita ao áureo afã solene

Impúdico deleite contrasta no horizonte perene

Marfínea noite finda a voluptuosa privação

Avivou desmaiada esta manhã

Veemente ímpeto harto mimou:

Ermo intermitente

Radiante cerrou

Augusta

————- primavera

—————————– desposara

——————————————— exaustivamente …

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